quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Anjos?

Pessoas. Daquelas que vem e vão de nossas vidas. Aquelas que um dia chamamos de amigos. Parece complexo demais para que eu entenda. E é exatamente por isso que parei de querer entender.

Amor e ódio. Que sim, são opostos. Foi assim que aprendemos, e, assim continuará sendo. O amor faz-nos querer estar perto. O ódio faz-nos querermos distancia. A indiferença? Não perde seu tempo útil pra discutir em nossos interiores aonde exatamente queremos que esteja.

Amizade. Ela é colocada no lado do grande traçado. Bem na linha. Mais pro amor do que pro ódio, porém, bastaria um passo...
PIMBA. Lá estaríamos odiando com a mais profunda angustia, raiva, e pavor.

Já vi amigos dos mais diferentes tipos, estarem se abraçando num dia, e, no outro trocarem tiros de palavras as quais eram estrategicamente miradas para o lado mais fraco existente em cada um dos dois envolvidos.

Já vi. Já vivi.

Eu odeio ter que admitir que eu sentia falta em outra situação. Mais é ai que vemos a indiferença nascer. Quando percebemos o quanto éramos idiotas por reconhecer várias vezes erros que não existiam, para que não se desfizesse uma amizade, a qual, simplesmente não merecia existir.

Se afastar... É ódio?
Já não sei mais. Tem uns que dizem por ai que Mozart tem dito coisas em suas mentes. Outros que dizem por ai, que ódio não é o oposto do amor.

Eu prefiro acreditar que os que eu odeio não existem mais pra mim, e que Mozart nunca conheceu ao certo todos os acordes que compôs.
Os anjos? Esses viram demônios quando paramos para ouvir realmente...

P.S.: Eu nunca gostei muito de Paramore mesmo!

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