segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Luz, câmera e futilidades.

Cinema. Luz. Dessas que nos faz suspirar, com uma musica de fundo. Ele e ela, num castelo. Ele e ela se apaixonam, e, lutam por um amor.
É engraçado pensar que quando assistimos a um filme. Sentimos algo, uma euforia, um amor pelos dois envolvidos.

É triste pensar que o romance fica lá, na tela. Algo que não podemos tocar. E a musica acaba sem que pudéssemos realmente viver o que passa por entre tantas cenas românticas.

É difícil poder encontrar alguém que esteja disposto a dividir caricias, de forma, que casar se torne algo que se possa passar nos cinemas.

Romance? Já não vi mais. E sim, eu preciso também?!

Eu sou um menino romântico, que gosto de flores, e, palavras calmas.
Palavras que acalantam de forma amável e simples. Sussurradas. Uma voz que protege, e, te traz certo sono, já que está tão seguro envolto por tal abraço.

Voz que te deixa fechar os olhos, e, saber... Ter convicção de que ele e ela... Somos nós dois.
Convicção que ele vai me proteger e ela vai me beijar sempre que for necessário.

Eu não quero alguém fútil. Eu não quero alguém egocêntrico. Eu quero alguém humilde e com um olhar de criança. Eu quero alguém que se importe mesmo com o lado melhor da vida.

Mais nem sei se eu mesmo posso ser esse alguém que eu tanto desejo.

Se minha casa tivesse pegando fogo? O que seria a coisa mais importante a ser pega?
Talvez uma carta de carinho, de um amor, ou amigo. Um desenho do seu filho. A foto da sua mãe. Algo que vá ajudar seu coração a descansar e sorrir.

Eu sou forçado a me odiar, porque eu sei que eu vou querer salvar nada mais, nada menos que meu computador!

E o que eu quero? um feliz para sempre... Eu queria ao menos um dia poder ser e ter um príncipe encantado.

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