quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O medo do fim é inerente a natureza humana

O que fazer diante das dificuldades?
O que fazer diante dos acasos que a vida tem nos proporcionado?

Todos nós acabamos sofrendo a perda de algo ou alguém que era importante pra nós. E só descobrimos tal importância, depois de realmente não termos mais.

Amigos, tais como aquele que ontem se foi. E coisas mais.

Os momentos não vão voltar, e, talvez nunca mais o veja sorrindo novamente.
Eu sofro quieto.
Não choro. Finjo quieto, e, sorrindo por ai.

Alguns devem achar que eu simplesmente não sinto com isso. E espero que achem assim mesmo. Espero que nunca realmente saibam do que eu to falando aqui. Eu não sou egoísta. Mais sei que você não queria nos ver triste aqui onde estamos.

Não sei se realmente preciso ter medo do que nós simplesmente não conhecemos ao certo.
Olhamos para o infinito de forma que não queremos continuar caminhando rumo ao desconhecidos.

Sabemos apenas que uns duram até os 80 outros não chegam aos 20. Sabemos apenas que alguns caminham rumo à felicidade, e, outros, rumo à falência. Porém, todos nós caminhamos na mesma estrada e na mesma direção, rumo ao indeterminado.

Justo ou injusto. Sabemos que nem tudo que acontece é tão justo assim. Porém, ninguém morreria de fome pra salvar uma criancinha que pode morrer desnutrida a qualquer momento na África.

O que fazer? Se culpar?
Talvez, mais isso não salvaria ninguém, e, a unica pessoa que realmente teria convicção de que você realmente tem se culpado, é você mesmo!

Nós temos os mesmo defeitos entranhados em nossas mentes. Vivemos da mesma educação, que acaba nos limitando a muitas coisas. E reclamamos quando o sistema não nos agrada.

Porém, a educação que vamos dar aos nossos filhos é a mesma que tivemos. Talvez com pouco mais de possibilidades para alguns. Mais outros vão ter de educar suas crias, em uma situação mais precária do que a que foram criados.

Caminhamos nessa estrada. Alguns se indagando. Outros indagando outros.
Eu?
Escrevo no meu blog.

Com uma certeza apenas.
Eu vou sentir sua falta!

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