Era uma vez. Aline é uma garota comum. Com desejos aflorados como os meus, vontades e posições em relação à sociedade como as minhas, se não fosse outra pessoa jurava estar falando de mim mesmo. Quando chego ao assunto “Aline” no meio de uma roda de amigos.
Ela é corajosa, conselheira, amorosa, afetiva e carinhosa. Mas vezes ou outras é irritante, faladeira, tagarela e antiquada. Aline é uma garota feliz antes que perguntem. E eu a amo. Sempre tem uma frase pronta para falar quando necessário. Mesmo que essa frase seja dita somente para mim no meu intimo interior depositada.
Uma garota com ambições e pensamentos maliciosos. Uma garota ingênua e meiga. Ela se destaca nas suas contradições e estará lá sempre que eu estiver pensando ou bêbado jogado num canto. Uma menina que preza pela amizade. E que me dá valor de alguma forma, tanto quanto tenho dado a ela. E eis que viveram felizes para sempre.
Na verdade, vez ou outra está lá. Quando me desenquadro do papel de humano ou sociável e me enclausuro na solidão de um casebre como um ermitão, velho e alquimista que pensa e pensa. Eu sei que ela sempre estará lá, ermitã comigo.
Ela é corajosa, conselheira, amorosa, afetiva e carinhosa. Mas vezes ou outras é irritante, faladeira, tagarela e antiquada. Aline é uma garota feliz antes que perguntem. E eu a amo. Sempre tem uma frase pronta para falar quando necessário. Mesmo que essa frase seja dita somente para mim no meu intimo interior depositada.
Uma garota com ambições e pensamentos maliciosos. Uma garota ingênua e meiga. Ela se destaca nas suas contradições e estará lá sempre que eu estiver pensando ou bêbado jogado num canto. Uma menina que preza pela amizade. E que me dá valor de alguma forma, tanto quanto tenho dado a ela. E eis que viveram felizes para sempre.
Na verdade, vez ou outra está lá. Quando me desenquadro do papel de humano ou sociável e me enclausuro na solidão de um casebre como um ermitão, velho e alquimista que pensa e pensa. Eu sei que ela sempre estará lá, ermitã comigo.
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