...E eu e você? Que de tão iguais às vezes eu confundo quem é quem, em meio a tantos panos de edredom, pernas e corpos. Quando me perco, te olho pra me encontrar, e me olho quanto tenho saudade, quando você está ai tão longe de mim, mesmo ai do lado. Logo ali. Toda essa distancia é atormentadora, e, nem num abraço estamos perto suficientes.
E eu e você? Que de tão diferentes, nos matamos, ferimos, odiamos, afastamos, machucamos um ao outro. Lançamos-nos como álcool em corte aberto um no outro, pois, coincidentemente somos ponta afiada um para o outro, feita sob medida para ferir nossas próprias almas.
Eu e você. Somos tão iguais porque nos amamos, porém, diferentes porque brigamos, e, iguais porque voltamos. E ainda sim, diferentes, porque eu sou eu, e, você eu não sei. Estejamos aonde quer que sejam, nunca perto suficiente.
E eu e você? Que de tão diferentes, nos matamos, ferimos, odiamos, afastamos, machucamos um ao outro. Lançamos-nos como álcool em corte aberto um no outro, pois, coincidentemente somos ponta afiada um para o outro, feita sob medida para ferir nossas próprias almas.
Eu e você. Somos tão iguais porque nos amamos, porém, diferentes porque brigamos, e, iguais porque voltamos. E ainda sim, diferentes, porque eu sou eu, e, você eu não sei. Estejamos aonde quer que sejam, nunca perto suficiente.
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