Manhã. O bater das asas alvas é constante. O cantar é perpetuo, e a alegria é a indiferença, afinal, nada é triste. O azul celeste e o branco prevalecem, a manha não acaba. E o sol do meio dia, que iluminava todos os lados, é permanente.
O tempo não se conta. E as eternidades vão passando, sem mudança. Alegria, alegria e alegria. Dois dos que ali estavam beijavam-se. Todos se amavam e tudo era puro. E nada maculava.
As nuvens são casa agora, e os seus algodões camas confortáveis. Grandes ninhos de amor. Aos que acham que não haverá sexo no paraíso estão enganado. Casaram-se também, e todos se amavam. Sem traição, sem maldade, sem molesta e nem choro. As crianças fazem o ato, e nada as repreende. Tudo é amor. O promiscuo morreu com o diabo.
O badalar dos sinos, os cânticos, e as trombetas. A anunciação a adoração, e a luz eram sempre, e se fazia sempre.
A vida existe. E ninguém mais duvida. Nem precisam, afinal, tudo está claro. O sol ainda lá. Ímpeto. Que manda sua luz e não há mais nada que se esconda. Já não havia; mais agora todos vêem, todos os joelhos se dobram e as línguas anunciam já.
E sim, os anjos se apaixonam!
obs: Escrevi isso com 11 anos... SURUBÃO né? o.o
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