terça-feira, 24 de agosto de 2010

FourSeasons

Lunc - Setembro: Eu estava num amontoado de tijolos na frente da minha casa. Era manhã, tardava o sol de se colocar sobre nossas cabeças. Eu tentava observá-lo mais sua luz queimava-me as retinas. E logo desisto.
As imagens amarelas produzidas por ter forçado as pupilas deram a mim a visão de onze criaturas. As quais pareciam estar paradas na minha frente, como se impusessem suas presenças.
Onze deuses os quais Deus, havia posto na minha vida.
A secura dos olhos se vai... E as lágrimas me consomem de forma que teria que escrever algo sobre tais que lá estavam sorrindo pra mim!

Corro pra dentro de casa derrubo a vassoura, esbarro em pessoas, assusto a cachorrinha. Mais logo me oriento. As imagens me seguiam...
Seria difícil escrever. Mais eu sempre consigo o que quero.

Pego caneta, um papel e começo com...


Em um ano aprendo que:

Bill - Janeiro: É mês de inicio, de começar do zero. Logo o Bill!
Olhar pra frente e ter sim uma visão ampla do que pode acontecer se esforçarmos-nos.
“Ele é doce, carinhoso, compreensivo, se eu não o conhecesse tão bem duvidaria de sua masculinidade!”
Um ser humano que de repente olhou pra si e decidiu recomeçar desde o começo.
Uma decisão que o fez olhar para os amigos e escolher entre a felicidade de um todo ou a sua. E ele num deficit de infantilidade, escolheu ser maduro e decidiu pela felicidade de ambos, a de todos, e, a sua.
Assumiu ser o que era, ou talvez o que não era. Mudou.
E hoje vejo nele um amigo que talvez não veja em mais ninguém. Desde as histórias mirabolantes que passam em sua cabeça, desde as pisadas na bola, e, até a sua grande vontade de gritar ao mundo de forma simbólica e significativa:
EU TÔ AQUI POHA!
E consegue. Afinal, quem não conhece o Bill?

Éd - Fevereiro: Ele está ali. Todos o enxergam. Ele se faz enxergar, tendo talvez uma personalidade moldada pelas personalidades alheias. Porém, é sua. E ninguém tasca.
Talvez ele me odeie. Mais não ligo.
Sempre fui da opinião que para ser meu amigo tem que gostar de algo em comum comigo. Ter um assunto. E o Éd simplesmente não tinha, no primeiro contato.
Parecia não ter cultura alguma...
Nenhuminha se quer!
Mais ele tem. E mostrou que tem. Impondo suas vontades. Impondo a vontade de querer estar com alguém.
Todos os seres humanos possuem uma história, e, convivendo com o Éd aprendi a valorizar a dele!
Apesar, de talvez ele não valorizar.
Se tivesse algo pra dizer pra ele, seria:
“Não liga pro que eu digo sobre ti. Eu não sei nada de você comparado com o que você sabe!”

Gard - Março: Sem preconceito? Sem inimigos? Sem ódio ou rancor dos de mais seres humano?!
Ele finge muito bem. Eu diria que de todo; esse é o mais psicopata. Sei que todos daqui matariam por um de nós. Gard mataria conquistando a confiança da vítima antes. E isso é assustador! Ele consegue. Já me bateu. Já me abraçou. Depois de ter batido talvez, os abraços não valham tanto quanto valiam antes. Porém, ainda consigo ver um pouco de valor sim em seus abraços.
Confio nele. E quem não confia? Porém, ninguém sabe ao certo até onde vai a gentileza e simpatia de um “anjo tão pornográfico”!
Ninguém é tão perfeito... Me nego a acreditar, que existe alguém como ele. Na minha mente ele simplesmente não existe.
Puta merda. Eu aprendi que a perfeição não existe nos seres humanos. E daí vem um cara e me prova que minha mãe estava errada quando disse isso!
“Puta merda”

Henrique - Abril: Eu diria que ele se parece com o Gard se não soubesse do que é capaz. Sabe como denegrir sem falar uma única palavra. Incumbido de malandragem e sabedoria.
Sabe como se defender. Sabe como se arrepender, pelo menos aos olhos dos outros.
Ele já esteve em primeiro lugar na minha listinha “ForSeason preferido”. Hoje ele ocupa com orgulho o décimo segundo lugar!
Mais eu morreria por ele. Não aguentaria ver um sorriso tão lindo e inocente sofrendo. Morreria para que cessasse seu sofrimento.
Sabe como elogiar. Sabe como aumentar a auto-estima de um ser humano... Assim como sabe fazer o contrário.
Houve uma época que eu andava com ele por que sabia que me sentiria melhor do que antes, porém, hoje tenho medo de sair chorando depois de uma conversa.
“Persuasão, compreensão, incompreensão e incoerência.”
Digno de amor e ódio. E você precisa disso... Ninguém que convive com ele consegue não ser estremo. Ou você o ama, ou o quer ver morto. Henrique não é estremo em suas atitudes, mais seu sorriso e seu corpo causam isso nas pessoas.

Ine - Maio: Como amá-la? Como não amá-la? Como não se confundir? Uma garota com talentos incríveis, uma personalidade invejável. Que te faz querer conviver com ela a cada segundo de sua vida e o resto.
Porém, de uma infantilidade e birra tamanha. Faz-se odiada. E no fim, ou você sofre com ela, ou sofre sem ela.
Mais é muito melhor estar com ela. Dona de uma delicadeza inaudita. Dona de uma perfeição tamanha. Dona de uma beleza diferente. Que te conquista.
A dona de cada um dos FourSeasons! Ela que supostamente mandaria. Não.
Mais nenhum ser humano deveria viver, sem tê-la abraçado pelo menos uma vez.
Sem tê-la ouvido cantar, pelo menos uma vez!
Sem tê-la visto dando uma crise de personalidade, pelo menos uma única vez!
“Delicadeza perigosa.”
Ela gosta de ser elogiada. E é feliz. Afinal, tem motivos de sobra para que todos a elogiem!

Jéh - Junho: A melhor. A garota perfeita. O Gard não sabe o que é perfeição se o comparado à ela. Ama, acaricia, compreende, canta, pinta e borda.
Uma garota de corpo atraente. De sorriso singelo e bonito. Bonita.
Jéssica. A garota que simplesmente deveria ser copiada por todos os povos, pensamentos, culturas e jeitos.
Ninguém deveria viver ser ter pelo menos algo que se pareça com ela. Pessoas que não se parecem com ela em pelo menos uma única coisa, não possuem virtudes.
Exemplo vivo, de determinação, de força... De talento!
Escrever sobre ela me confundiu. Nada que eu faça algum dia poderá ser comparado ao que ela faz. Se a palavra “melhor” fosse escrita de outro jeito seria escrita “Jéssica”.
Ela sabe fazer. E faz bem feito!
Eu queria ser como ela é. Eu queria ter o que ela tem. Eu queria sentir o que ela sente. E não é inveja. É paixão.
Não existe lado negativo quando se está na companhia de alguém tão “do bem” e “do bom”!

Lucca - Julho: O garoto paixão. Como não se apaixonar por ele? Principalmente as meninas... Elas sempre caem de amores por ele nem que seja por apenas alguns segundos.
Quer ser o que é realmente bom no mundo. Dá valor as coisas que realmente merecem ser valorizadas. Anda descalço.
Um verdadeiro elfo... Um anjo das matas que caminha. Com lábios completamente beijáveis, e um sorriso realmente apaixonante.
Andando descalço por ai.
Enquanto todos os FourSeasons tentam surpreender a cada instante, uns conseguem outros não. Ele não. Ele surpreende sem fazer muita questão.
Dá valor a beijos, dá valor a corpos, ao prazer e ao amor. Gosta do belo, do agradável e do tocante. Envolve-se com a alegria e é o melhor amigo da boa companhia.
Sabe. O garoto que todo garoto não quer ser. Mais... Deveria querer!

Luc - Agosto: É mês de HahÓ. De Monimiu. Sabe ser PANQUE. Luc. Todo viado é apaixonado por ele. Menos eu.
Certa vez, olhou pro céu e deu um singelo exemplo de o quanto todos os ForSeasons deveriam se amar.
Ele é o garoto das novidades. Das risadas. Dos momentos de ModafÓca entre outros.
Gosta de chocolate e de marca de cueca (ZORBA). Ele é o mais interessante. O sorriso mais singelo. O mais alegre.
O que tem mais história pra contar. E mais lições de moral guardadas pra nos ensinar quando precisamos de puxões de orelha da vida.
Como ficar bravo com ele? Eu tenho me perguntado ultimamente.
O melhor amigo. O que menos deveria ser magoado. E é.
O coração mais lindo e que mais deveria ser admirado. Eu admiro.
É nele que eu penso quando quero sorrir, e quero ficar alegre em momentos tristes. E é a amizade dele que quero cultivar durante todos os dias que ainda restam da minha vida.
Nada mais!

Math - Outubro: Certa vez, ele me escutou. E se colocou no meu lugar. Mais do que me falar coisas que eu queria ouvir. Ele me ensinou que tinha sim um lado colorido em mim e que eu podia sorrir, afinal, eu era especial, pelo menos pra ele.
Um ser estranho, que me da medo. Mais que se faz apaixonante a cada momento com ele. Eu ri.
O ser que sempre pergunta se pode fazer alguma coisa insignificante antes de fazer. Exemplo:
-Posso colocar o tênis?-
(rindo)
Eu não sei as outras pessoas, mais eu não faço parte do grupo de pessoas lesadas que saem de sua cidade natal, pra encontra um bando de gente maluca em outra cidade de um outro estado. O Math faz.
Ele é foda. Apesar de ser tanso de mais pra entender o quanto é legal ser foda ultimamente!
Agente o ama!

Nanny – Novembro: A garota das lágrimas e do coração de ouro. Todo mundo tem defeitos. E ela tem sim os seus.
Mais com um coração especialmente lindo.
Uma garota que dá valor ao seu próprio corpo.
E sabe dar chance as pessoas. Sabe que todos, somos, sim, adolescentes. Ela é uma adolescente.
Sabe que está a par de erros e erra. Entende quando erramos.
A garota que prefere estar sorrindo a estar chorando. Mas, teve uma vez que ela não segurou.
Eu estava lá!
Foi um privilégio aconselhá-la. Foi um privilégio, ouvi-la! Foi um grande privilégio saber que sou amigo dela.

Wagnho - Dezembro: O que falar?
Às vezes tenho medo de olhar pra ele. As vezes imagino como seria ser amigo dele. Enfim.
Acho que é meio estranho escrever algo sobre uma incógnita. Porém, ele que se acostume de ter pessoas que ele não conhece escrevendo sobre ele. Ele tem uma banda e um potencial incrível. Logo será conhecido, e, terão muitas “pessoas desconhecidas” escrevendo sobre ele. E olha só que legal!
Eu fui o primeiro.
Bonito, charmoso, elegante. Com um biquinho que seduz (tenso) quando toca. E um sorrisinho inocente de bebe quando ri. Braços fortes de um baterista. Enfim... Não quero que ele me bata depois de ler isso.
O que da de entender sobre ele no pouco que o conheço, e no pouco que os amigos dele dão a entender.
É quieto mais líder nato. Sabe dar ordens e não ser contestado. Sabe ser fiel.
Sabe galantear a namorada e amá-la. É responsável.
É amigo.
Não sei exatamente se eu realmente lutaria pela sua amizade. Mais com certeza, “admiração” pela pessoa que se mostra ser, não pra mim, para os outros, eu já tenho por ele.

FIM

Logo levanto satisfeito. O meu parecer sobre tais imagens da minha retina estava ali.
Porém as imagens se haviam ido.
Restava a lembrança de tê-las todas reunidas numa única foto!

Um comentário:

  1. Vai se foder mano pq tu escreve assim e eu nao DDD:
    cara tu é foda *---------------*

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